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Dr. José Bento de Souza é ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein e Hospital São Luis desde os anos 80. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduado pela USP. Pelo menos duas vezes ao ano, atua, como médico visitante, em maternidades da França, da Inglaterra e dos Estados Unidos.
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Sem calcinha Consultor Amigo: José Bento de Souza
Osteoporose: ela não é tão inofensiva quanto parece
Geralmente, as mortes por fratura de fêmur, por exemplo, ocorrem nos seis meses seguintes à queda, em decorrência de trombose, embolia pulmonar, pneumonia e infecções urinárias. E a grande verdade é que as pessoas só começam a se preocupar com essa doença quando a idade chega, o que é um erro. A osteoporose é um problema cuja prevenção começa ainda na infância. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma em cada quatro mulheres depois da menopausa tem osteoporose. A incidência entre homens após os 50 anos é de um em oito. A diferença se dá porque a redução da massa óssea masculina começa aos 40 anos e acontece muito lentamente. No caso das mulheres, o pico de massa óssea se dá aos 16 anos e permanece estável até os 30. A partir dessa idade, quem tem tendência à doença pode começar a perder 1% de massa ao ano até a menopausa, quando ocorre uma queda abrupta de 5% a 6%. O “estrago” aparece quando a perda total ultrapassa os 25%, comprometendo a resistência óssea e podendo, então, surgir fraturas, quando já é tarde demais para uma solução.
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