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Alessandra Rascovski formou-se em medicina pela Faculdade Santo Amaro em 1993. Fez residência em Clínica Médica e em Endocrinologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Dentro de sua especialidade, desenvolveu estudos sobre o diagnóstico e tratamento da Tensão Pré-Menstrual (TPM). Defendeu a sua tese de doutorado em 2003, tornando-se uma das maiores especialistas brasileiras em transtornos hormonais relacionados ao ciclo menstrual. Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso), a Dra. Alessandra também se dedica ao tratamento de pacientes que sofrem de distúrbios da compulsão alimentar e da obesidade. Foi responsável pelo Ambulatório Clínico de Obesidade Mórbida do Hospital das Clínicas da FMUSP, onde realizou trabalho de orientação e acompanhamento a pacientes tratados com cirurgias de redução de estômago. Atualmente a Dra. Alessandra alia os seus conhecimentos de endocrinologista e clínica geral a novíssimas teorias sobre o Antiaging. Esse é o ramo da medicina dedicado a prevenir o envelhecimento e fazer com que as pessoas tenham uma velhice saudável, desfrutando de vigor e forma física. |
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Diário de uma gestante Consultora Amiga: Alessandra Rascovski
Diabetes Gestacional: eu posso ter?
Em primeiro lugar eu gostaria de esclarecer que o Diabetes gestacional é uma condição temporária, em que o corpo não produz quantidade suficiente de insulina para manter o açúcar no sangue normal durante a gestação. Os fatores de risco são parecidos com aqueles do Diabetes Tipo II e incluem:
Hormônios No período da gravidez, a placenta (órgão responsável pela nutrição do feto) produz algumas substâncias (hormônios) em grande quantidade. Embora imprescindíveis para o desenvolvimento do bebê, os hormônios criam resistência (dificuldade) à ação da insulina no organismo materno. Todas as mulheres grávidas têm algum grau de resistência insulínica, mas as com diabetes gestacional apresentam em maiores níveis. Ele costuma aparecer por volta da vigésima quarta semana, exatamente quando a placenta começa a produzir grandes quantidades de hormônios. Por isso o rastreamento para o diagnóstico ocorre nesse período. Genética Acredita-se que os genes do diabetes gestacional e do diabetes tipo II são semelhantes. Em ambos, o que ocorre não é a deficiência acentuada na produção da insulina, mas uma resistência à ação dessa substância. Além disso, ele desaparece quase sempre após o parto, mas aumenta as chances da mulher desenvolver o diabetes tipo II no futuro. Alguns médicos acreditam que aquelas mulheres com níveis glicêmicos mais elevados no início da gravidez (primeiro trimestre), provavelmente, já estavam com diabetes antes do início da gestação. Por esse motivo, e pela semelhança que o diabetes gestacional apresenta com o tipo II, todas as mulheres que tiveram a doença são orientadas a reavaliar glicemia após o parto. Vale lembrar que a boa dieta, o controle do ganho de peso e a pratica regular de exercícios físicos diminui o risco de desenvolver o diabetes gestacional. Não é um bom motivo para começar a se cuidar melhor?
Leia também: .Os cuidados com a alimentação .Gravidez: e o sono, como fica? .Amamentação: como torná-la ainda melhor .Enjôo, prisão de ventre, azia
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