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Diário de uma gestante

Consultora Amiga: Alexandra Biazon Galeazzi
Dicas, críticas e sugestões!

 

Minha primeira festa de

dia das mães

Primeiro, recebi um bilhete pedindo que eu enviasse fotos nossas para uma homenagem do Dia das Mães. Depois, um bilhete para o pai, solicitando que enviasse R$ 20,00 para o presente. A data escolhida para a comemoração, 05 de maio. O local, o Salão São Bento, do Instituto Sagrada Família, escola próxima à nossa casa. O dia, um sábado um pouco frio, mas muito ensolarado, feliz como o rostinho do meu Gabriel.

Um dia antes, fui cortar o cabelo e fazer uma escova, afinal de contas, festa de Dia das Mães acontece somente uma vez por ano. Deixei a roupa escolhida – um vestido e um casaco pretos, sapatos e meias – já na sexta-feira, para não termos problemas com atrasos no sábado. A frasqueira do Gabriel também estava pronta.

Já há alguns dias, o Gabriel balançava as mãozinhas de um lado para o outro e cantava alguma coisa que não sabíamos o que era, mas imaginávamos que fosse alguma música da escola.

Chegamos ao teatro às 9h45. A apresentação seria às 10 horas. O Gabriel, como ainda é do berçário, ficou no meu colo durante a apresentação. Primeiro, passaram uma espécie de retrospectiva com fotos das mães com os filhos. Tinha enviado uma com o Gabriel na maternidade e outra de nossa viagem para Curitiba, em abril.

A apresentação nem tinha começado, apenas a música tocava, mas eu e outras mães já estávamos chorando. Um choro impossível de controlar (estou com os olhos cheios de lágrimas agora que estou escrevendo, só de lembrar!). Passaram fotos lindas e, antes que passasse a minha com o Gabriel, ele já não queria mais ficar sentado. Levantei e fiquei no corredor, próximo ao palco, com ele no colo.

Ele adorou, ficou lá dançando no meu colo, ao ritmo da música. Após a retrospectiva, começou a apresentação, algo simples como a Tia Cida (diretora da escola) havia dito, mas que fez todos rirem e se emocionarem. A cada bloco de crianças que entrava contando um pedacinho da história, eram mais mães chorando.

No final, com todas as crianças sentadas no palco, começou a música “Amor, I Love You”. Daí entendi o porquê de o Gabriel balançar as mãozinhas e cantar: no refrão, tiravam a música e as crianças cantavam “Amor, I Love You”. Chorei de novo! Foi simples e lindo.

Na segunda outra surpresa, quando abriram o portão da escola, o meu menininho estava com uma rosa vermelha feita de parafina na mão e, assim que me viu, esticou o bracinho e me entregou a flor. Mais lágrimas... E assim foi o resto da semana, cada dia uma surpresa, e o meu bebê todo feliz me entregando os presentes, feitos com a ajuda dele. Um dia foi uma mensagem com pinguinhos de glitter colorido, em que seguraram a mão dele para fazer. No outro, uma sacolinha com a marca da mão dele na frente e uma toalha para cabelo. Na quinta, mais mensagens e, na sexta, hoje, com certeza terei mais uma surpresa. Não sei se será um presente, uma rosa, uma mensagem, mas, certamente, haverá um sorriso, um “mamã” e dois bracinhos estendidos para me abraçar. Existem presentes melhores que estes?

 



 

 

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