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Diário de uma gestante

Consultora Amiga: Alexandra Biazon Galeazzi
Dicas, críticas e sugestões!

Episódio: Chá-de-bebê...
...Uma mão na roda

"O chá-de-bebê é uma solução e tanto para ganhar itens fundamentais para o seu filho e, ainda, esquecer das ansiedades dos últimos dias de gestação...Ahhhhh, e uma ótima oportunidade para fazer um Clube da Calcinha completo"

Meu chá-de-bebê aconteceu um mês antes do Gabriel chegar. Foi muito divertido e ganhei muitas coisas, todas vindas em boa hora. Os gastos estavam grandes com o casamento, o apartamento e o bebê.

Aconselho todas as gestantes a fazer um: além de ser muito útil, você revê várias pessoas que não encontrava há muito tempo e, ainda, esquece da ansiedade dos últimos dias. Isso porque, na época, estava bem cansada e mudava de humor de uma hora para outra. Momentos de alegria com tristeza, medo, ansiedade e um pouco de depressão.

Apareceram algumas estrias e celulite - onde eu nem imaginava que o meu corpo as desenvolveriam tão rápido! Meus seios e meus quadris aumentaram consideravelmente e tive de lidar com tudo isso e, ao mesmo tempo, com a rotina normal da vida, mais casamento, casa nova...

Me achava feia, gorda, deformada e, no momento seguinte, a mulher mais linda e feliz do mundo, principalmente quando o meu gordinho se mexia como louco dentro de mim. Não acredite em quem diz que não sente nada durante a gravidez. Ficamos sensíveis, choramos por nada, às vezes, queremos “matar” alguém. E o que mais gostamos e precisamos é ouvir que estamos lindas.

Engordei 13 quilos e inchei muito. Meus pés pareciam duas broas de milho e sentia choque nas pontas dos dedos das mãos. Deixei as escadas de lado nesse período e passei a usar o elevador. A lei da gravidade existe, sim, e, para as grávidas, vem acompanhada de um pouco de dor. Mesmo assim, não faltei um dia no trabalho e somente saía mais cedo quando tinha consulta.

Não sofri com nenhum problema de saúde durante toda a gestação. Pelo contrário: minha pele ficou ótima, meu cabelo, com muito brilho, e nunca me senti tão calma. Todos diziam que nem parecia que eu estava grávida de tanta disposição que apresentava.

Tornei-me mais lerdinha apenas no final dos nove meses, quando só queria dormir. Mesmo assim, me esforçava e fazia tudo, porém lentamente. Cozinhar foi uma das coisas que se tornou mais difícil, mas, ainda assim, chegava em casa, descansava um pouco e ia para o fogão. Em alguns dias, pedíamos algo para comer, porém, na maioria das vezes, eu cozinhava.

Tive muita sorte ao longo dos nove meses. Trabalho com pessoas ótimas, tenho os melhores amigos, uma família que participa e ajuda e, acima de tudo (e o mais importante!), um marido maravilhoso, participativo, paciente e que agüentou firme todos os meus sintomas e melindres.

Nem tudo foi um mar de rosas, mas viveria cada momento novamente, sem nem mesmo parar para pensar.

 

Dicas para o chá-de-bebê ou sobre o enxoval?


Dê uma olhada na matéria "Enxoval para o bebê"



 

 

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