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| Dúvidas sentimentais, crises existenciais, alegrias ou causos que queira contar:
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Comportamento Escrito por: Maria Cláudia Aravecchia Klein
Sem parâmetros, paradigmas, fórmulas e receitas prontas Difícil é aceitar o jeito do outro ou suas atitudes quando elas são bem diferentes daquilo que pensamos ou acreditamos ser o certo e o errado para nossas vidas. É comum ao desabafar com alguém ou no meio de uma conversinha básica, ouvirmos um daqueles sermões prontos em relação a alguma experiência que a pessoa já viveu. É fato as pessoas contarem suas experiências, mas monólogos e discursos impostos são um pouquinho demais da conta. Tem gente, que por ter tido mais relacionamentos do que você, vem com mil conselhos sobre como se deve agir em determinada circunstância, como se fossem as detentoras da patente dos “relacionamentos de sucesso”. Se já foi casada, então, começa a dar as dicas, desde, como foi a festa, a lua-de-mel, até os cardápios e listas de afazeres da faxineira depois de um ou dois anos de casada. Se já teve filhos, te conta em detalhes toda a gestação, inconvenientes, passos de como lidar com um bebê, dicas de decoração do quarto, enfim, explica como se virou em todos esses e outros mil e duzentos aspectos. Como se você tivesse que seguir as fórmulas, sem ter o prazer de quebrar a cara, fazer uma cagada atrás da outra e errar. Errar muito para aprender. E o mais gostoso é ter a liberdade de experimentar. Lógico, que, em determinadas horas precisamos de um help amigo, as mãos e os braços estendidos ou um telefonema, mas dar os primeiros passos, sozinha em qualquer aventura desconhecida é o máximo. Pior ainda são as comparações. Comuns, quando você faz algo que desagrada a opinião pública ou não atinge as expectativas da platéia. Cada um tem a sua história, os seus momentos e deve, há seu tempo, viver da melhor forma que acreditar ser bom para si mesmo. E isso deve ser respeitado. Pode ser uma lição de tolerância para muitos que não se conformam com a educação que você dá para seus filhos, ou, para qual destino vai o seu dinheiro. Mas, é um aprendizado importante. Meter-se na vida alheia é um hábito, que deve ser evitado por aqueles que querem escrever sua história, um livro, ter um filho e plantar uma árvore. É uma questão de bom senso, pois, no fundo, não dá para mudar o jeito, a personalidade e a opinião forte daqueles que os têm. É pura ilusão. Texto de Maria Cláudia Aravecchia Klein, com cessão de direito de edição e publicação exclusivos à revista feminina na Internet - Clube da Calcinha. Não é permitida a reprodução total ou parcial dos textos sem a expressa autorização do autor (a) e do portal.
.Xô, Uruca! .Dê boas vindas ao novo .Fora de medidas e feliz .Amor correspondido, amor MalDito |
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