![]() |
|||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Desigualdade de salários e cargos Em 2004, as trabalhadoras c om até 4 anos de estudo recebiam, por hora, em média, 80,8% do rendimento dos homens com esse nível de escolaridade, enquanto que aquelas com 12 anos ou mais de estudo recebiam 61,6% do rendimento-hora masculino. |
|
Comportamento Escrito por: Maria Cláudia Aravecchia Klein Mulher Brasileira... este é o seu Brasil
Casamento está com tudo! Brasileiras e brasileiros estão casando mais e as uniões estão mais duradouras. Segundo a Síntese dos Indicadores Sociais 2005 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com base nos dados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio (Pnad 2004), o número de casamentos no país cresceu 7,7%. E por incrível que possa parecer, os divórcios estão em baixa. Tiveram queda de 3,7% em relação a 2003. O número de separações judiciais --dissolução legal da sociedade conjugal-- foi 7,4% menor que no ano anterior. A pesquisa mostra que os casamentos também ficaram mais duradouros. Em 2005, as relações matrimoniais duraram em média 11,5 anos. Na década de 90, o tempo médio de união era de 9,5 anos. Gaúchos e catarinenses lutam para o casamento dar certo. Os dois Estados aparecem em primeírissimo lugar na lista dos locais com uniões legais mais resistentes. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o casamento durava em média 13 anos. Por outro lado, no Amazonas, os casais ficavam em média 8,8 anos juntos. As pessoas estão casando com mais idade. De acordo com o IBGE, a média de idade para o primeiro casamento é de 28 anos para os homens e de 25 para as mulheres. Redução de fecundidade A pesquisa aponta também que o aumento na escolaridade feminina guarda estreita relação com as reduções nas taxas de fecundidade e de mortalidade infantil. Em 2004, a distância que separava a fecundidade das mulheres menos instruídas das regiões Norte e Nordeste das que possuíam alta escolaridade do Sudeste e Sul era de mais de 3 filhos. Mesmo dentro de uma mesma região, as mulheres com até 3 anos de estudo chegavam a ter, em média, mais que o dobro do número de filhos das mulheres com 8 anos ou mais de estudo. O mesmo comportamento era observado para a mortalidade infantil. Em 2004, a taxa de mortalidade entre crianças com até 1 ano de idade cujas mães tinham 8 anos ou mais de estudo era de 14‰ (14 por 1.000 nascidos vivos) nas regiões Sudeste e Sul, mas, para as crianças nascidas no Nordeste, de mães com até 3 anos de estudo, a taxa alcançava 53,5%. Precisamos estudar mais do que os homens As mulheres ocupadas tinham, em 2004, uma média de anos de estudo superior à dos homens ocupados tanto na área urbana (8,6 contra 7,6 anos) como na rural (4,3 frente a 3,8 anos). A maior escolaridade feminina era em parte reflexo de uma inserção tardia no mercado de trabalho. Enquanto 31,5% dos homens de 10 a 19 anos de idade estavam ocupados, a proporção era de 18,3% para as mulheres nessa faixa etária. O hiato se mantinha mesmo no grupo de 30 a 39 anos, em que se verificam os maiores índices de ocupação: 91,1% para os homens e 65,7% para as mulheres. Zelar pelos outros ainda é nosso papel No mercado de trabalho, a distribuição da população com nível superior (12 anos ou mais de estudo) também era diferenciada. Enquanto os homens estavam em grupamentos de atividades mais diversificados, as mulheres estavam concentradas no grupamento de educação, saúde e serviços sociais (46,1%). Os dados revelam que no mercado de trabalho se reproduz uma divisão de papéis segundo a qual cabem à mulher as atividades de cuidado da família, idosos, doentes, crianças etc. Vamos ficar velhinhas A vida média ao nascer, entre 1991 e 2004, teve um incremento de 4,0 anos, com as mulheres em situação bem mais favorável que a dos homens (70,9 para 75,5 anos, no caso das mulheres, e 63,2 para 67,9 anos entre os homens). |
Mulher ainda tem que limpar a casa Dentro de casa, a situação da mulher não era diferente, elas trabalhavam 4,4 horas a mais por dia em afazeres domésticos, contra 2,0 horas adicionais gastas pelos homens nessas atividades.
Em 2050, população brasileira será de 259,8 milhões De acordo com a Projeção da População do Brasil – Revisão 2004, o país contará, em 2050, com uma população de 259,8 milhões de habitantes.
|
||||||||
|
|
|||||||||||
|
|
|||||||||||
© Copyright Clube
da Calcinha. Todos os direitos reservados. |
|||||||||||