Quem faz o site?



















Altemir Carlos Farinhas é administrador de empresas pós-graduado em Engenharia Econômica e em Finanças, tem MBA em Responsabilidade Social Corporativa pelo ISAE/FGV e atua há mais de 23 anos no mercado financeiro. É, ainda, Sócio Diretor da "Equilíbrio Financeiro" e autor do livro "CURA! Há solução para sua vida financeira". Ministra palestras e cursos sobre Educação

Financeira Pessoal.

www.equilibriofinanceiro.com.br

Tel.: (41) 3078-2379

 

Carreiras

Consultor Amigo: Altemir Carlos Farinhas
Dicas, críticas ou sugestões!

 

Para onde vai o meu dinheiro

todos os meses? Não consigo entender o meu "Cholerite"!

 

Entra mês, sai mês, entra ano, sai ano, e o dinheiro sempre termina antes do final do mês. Por que será que, financeiramente, os meses parecem ter 20 dias?

Você procura um canto e, sozinha, fixa o olhar no seu CHOLERITE. Reclama, tem vontade de rasgá-lo, fica calculando para ver se encontra algum erro, mas – não tem jeito! – é isso mesmo. Então, quase conformada, acredita que, no próximo mês, tudo será diferente. Cuidado!  Isso é sintoma de “RESSACA” financeira. É preciso rever sua vida financeira.

Dicas importantes para ter uma relação melhor com o seu "CHOLERITE":


1ª) Não é o quanto se ganha, mas o quanto se gasta!

Escreva logo o seu Orçamento Financeiro Familiar. Faça um mapa. Assim, será mais fácil saber como está a sua situação financeira e traçar um caminho para onde você quer chegar. Você sabe o quanto ganha? Então, é preciso se conscientizar do quanto gasta.

Acesse o site www.equilibriofinanceiro.com.br (seção Planilhas) e veja alguns modelos de Planilhas que serão muito úteis nessa empreitada.


2ª) Você determina o seu padrão de vida!

Tenha em mente que você determina o seu padrão e não a sua renda. Portanto, se ganha R$ 2 mil, não pode viver como alguém que ganha R$ 3 mil. É como tentar colocar um retângulo no lugar de um círculo. É errado! Você não é “rica”, você está “rica”.

As conseqüências são: ansiedade, falta de sono, cansaço, insegurança, medo, mau humor, baixa auto-estima. Chega de pagar juros. Você pode!


3ª) Controle suas despesas!

Você sabia que existem despesas “boas” e despesas “ruins”? Despesas boas são: energia elétrica, água, mercado, gás, telefone... Agora, as ruins são justamente aquelas que nós pagamos por elas, mas que muitas vezes não usufruímos, como clube, TV por assinatura, revistas, jornal... Por exemplo: multiplique por 12 a mensalidade do clube que você freqüenta poucas vezes por ano.

Quando descobrimos que estamos gastando mais do que ganhamos, devemos REDUZIR as despesas boas e CORTAR as ruins.


4ª) É necessidade ou desejo?

É preciso aprender a administrar o próprio dinheiro, ter consciência de sua realidade financeira, fazer um planejamento, controlar as rédeas da sua vida financeira e, assim, ter uma vida mais saudável.

Quando estamos para baixo, desejamos nos presentear.  E o que dizer dos “passeios” que são feitos em shopping centers e das palavras “Promoção”, “Liquidação”, “Desconto”, “Financiamento”, “Crediário”?

Para não ficar refém dessas situações, antes de tirar o cheque ou o cartão da bolsa, faça a você mesma três perguntas:
- EU QUERO?
- EU POSSO?
- EU PRECISO?

Muitas vezes, queremos alguma coisa que, infelizmente, não podemos ter. Outras vezes, queremos e podemos, mas não precisamos.

Muitos estão com o mesmo problema: não suportam olhar o CHOLERITE! Infelizmente, ele não é o verdadeiro culpado. Exercer domínio sobre o dinheiro é a fórmula mágica que todos procuram. Mudança requer atitude.

O futuro é o lugar onde você irá viver o resto de sua vida!

 

Envie suas dúvidas para Altemir C. Farinhas


 

 

 

 

ANÚNCIOS: CLIQUE AQUI!
 
VOLTAR        IMPRIMIR     |   
 
QUEM FAZ O SITE?
      

 

© Copyright Clube da Calcinha. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução na íntegra do conteúdo das páginas deste site em qualquer outro meio de comunicação, sem autorização escrita do editor e dos colaboradores do Clube da Calcinha. Possibilita-se a citação de trechos dos artigos, desde que seja feita referência expressa à autoria e à fonte.