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Ensaio sensual: um presente para a vida!

A fotógrafa Juliana Vega começou sua carreira registrando eventos sociais, casamentos e retratos de família. A aproximação com as mulheres que costumam contratar o seu trabalho trouxe uma série de confidências, experiências e afinidades. Foi, então, que Juliana teve a ideia de registrá-las com o objetivo de explorar a feminilidade e a sensualidade de cada uma delas. A aceitação foi imediata e a fotógrafa especializou-se também na produção de ensaios sensuais.

Segundo Juliana, os motivos que levam uma mulher a definir pela realização do seu ensaio são diversos. “Pode ser o desejo pessoal de se eternizar um momento ou uma boa fase da vida; uma forma de presentear o parceiro ou simplesmente quando acontece uma autodescoberta da sensualidade. Quando a mulher se produz para um evento ou para o ensaio, qual é a frase que ela mais ouve? ‘Nossa, você parece outra!’ ou ‘Como você fica linda produzida’. O que fazemos é trazer essa sensualidade para fora, exteriorizando a beleza suprimida pelo dia a dia”, conta Juliana.

Na opinião da fotógrafa, o que surpreende esta mulher ou o seu parceiro é a atitude de mostrar o  que eles conhecem tão bem entre quatro paredes. “Buscamos a sensualidade em todos os momentos: pré casamento (boudoir), trash the dress, gravidez, aniversário de casamento”, explica ela, que é uma motivadora nata da autoestima feminina, afinal, Juliana é mãe de gêmeos e sabe muito bem, como é conciliar maternidade e os diferentes papéis.

Basicamente, ela trabalha com duas linhas de ensaios: uma envolvendo sessões de duas horas em média, com no máximo duas produções feitas em estúdio; e a linha “glamour”, com duração de quatro horas, que envolve uma produção mais elaborada e personalizada. “Quanto aos produtos, nas duas linhas, oferecemos quatro opções de finalização: fotos em DVD, revista sensual, fotolivro e o book luxo”, orienta.

Definido o tipo de ensaio e depois de longas conversas, Juliana procura, junto com sua ‘modelo’, viabilizar a realização dos sonhos e desejos da moça, com o estudo dos cenários, figurinos temáticos e sensuais. “Podemos fazer as fotos no nosso estúdio, em boutiques sensuais, motéis ou quartos de hotéis. Existe também a possibilidade  de realizar ensaios em praias, parques, enfim, onde a imaginação da cliente nos levar!”, salienta.

Quando a intenção é presentear o parceiro com um livro book, por exemplo, é sempre uma surpresa gratificante. “Nos deleitamos com os olhares de prazer, a emoção e o carinho quando eles veem a sua mulher tão real como uma diva de cinema, uma celebridade igual, ou melhor, do que as das revistas masculinas”, conta Juliana.  

A fotógrafo Juliana e sua amiga e sócia no estúdio, a empresária Angela Motta, que foi clicada também no belíssimo ensaio acima

Para Valéria, que foi fotografada por Juliana em dois locais, na boutique sensual Baby Dolls, em São Paulo, e na praia, a realização do ensaio e o resultado final surtiram um turbilhão de emoções novas e deliciosas. “Não tenho palavras para expressar a minha felicidade! Antes mesmo de saber o resultado das fotos, que diga-se , estão lindas, eu já estava realizada e completamente satisfeita. Dizem que a felicidade é um estado de espírito momentâneo, até porque se fosse contínuo…não a perceberíamos! Então, posso dizer que pelo menos durante esse período estou muito feliz! Pois,  descobri que muito mais do que um presente para o meu marido, a quem amo muito, esse dia de rainha foi um presente para mim! Estou feliz por saber que SIM, EU POSSO! Isso faz toda a diferença! Isso faz você continuar, rir, chorar e ter medo….mas estar feliz! Estou realmente impressionada e satisfeita com o trabalho realizado. Não canso de olhar as fotos e lembro de cada momento… de cada detalhe! Que recordação! Que momento especial!”, finaliza.

Mais informações sobre ensaio sensual: juvega@julianavegafotografia.com.br
www.julianavegafotografia.com.br

A calcinha

Depois de um pouco de história sobre a origem do sutiã, nada mais justo do que falar sobre a peça que é sinônimo de feminilidade. Tanto é que deu o nome a esse site. As calcinhas podem ser pequenas, sensuais e, há ainda quem prefira as maiores e confortáveis. Seja como for, ela está em nossa rotina há séculos e, pelo visto, vai continuar: “Os primeiros registros que mostram modelos de “calcinhas” datam do ano 40 A . C. em Roma.

Eram pedaços de algodão, linho ou lã amarrada ao corpo como fraldas. As calças de baixo femininas se difundiram mesmo no século XVI, como imitação das masculinas. No século XVI, Catarina de Medicis usou o culote, ainda inspirado nas calças masculinas para montar a cavalo”.

Segundo James Brundage, renomado especialista em sexualidade medieval, o cinto de castidade só foi usado para valer por homens, não por mulheres. Maneira mais segura que se encontrou para preservar a integridade física de prisioneiros à mercê de guardas mal intencionados.

Prepare-se para o fim de semana…

Camisola e calcinha de crepe estampado

 

O Clube da Calcinha lança o desafio: que tal começar a pensar em você, no seu relacionamento e, então, programar-se para surpreender no fim de semana? O conjuntinho ao lado, num sábado à noite, já é o primeiro passo…

Em crepe estampado, esta camisola tem alças largas que, amarradas atrás, formam o decote frente-única, adaptando-se a todas as silhuetas. O modelo acompanha uma calcinha do mesmo tecido.

À venda na loja do Clube da Calcinha, por apenas R$ 65.

Nossa calcinha, nossa história

Você sabe: nós amamos lingerie! Por isso, vivemos à caça de coisas interessantes sobre o assunto. Nessa busca incessante por novidades, encontramos no ‘You Tube’ um vídeo muito bacaninha sobre a história da calcinha. Ele mostra, de forma bem divertida e inteligente, como até a “roupa de baixo” reflete o nosso estilo de vida hoje, ontem… Como a moda reflete as mudanças por que a sociedade passa… Esperamos que você curta!

Higiene íntima deve ser incorporada aos cuidados diários da mulher

Você já parou para pensar no quanto as suas roupas podem favorecer a sua boa saúde íntima? E, já parou para avaliar também nas mudanças no corpo da mulher decorrentes dos hábitos modernos e dos novos papéis que desempenhamos diariamente? 

Tudo parece muito óbvio, lógico que tiveram mudanças, mas por mais que sejamos esclarecidas, todas nós, que passamos horas na frente de um micro ou sentadas, executando as mais diferentes tarefas, esquecemos que nosso corpo sofre ‘e muito’ com a repetição das posições e dos esforços diários. Sem contar nos apertões que nos submetemos com as calças demasiadamente justas e agarradas, o uso excessivo de tecidos sintéticos e a depilação constante com ceras dos mais diferentes tipos e temperaturas. 

Interessadas no assunto e cheias de dúvidas, participamos da coletiva de imprensa promovida pela Sanofi-Aventis, no delicioso restaurante Capim Santo, em São Paulo, para conhecer o ‘Guia de condutas sobre higiene íntima’, lançado pela Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), com o principal objetivo de levar mais informação acadêmica sobre o tema para os consultórios de ginecologistas e obstetras.   

Foi super bacana saber que esses fatores ‘da vida da mulher moderna’, aliados ao excesso ou a falta de higiene, ao uso de papéis higiênicos de baixa qualidade, o abuso de espermicidas e de absorventes plásticos externos ou internos, entre outros, ajudam a irritar a pele da região íntima, alterando até o pH (o normal varia entre 4,0 e 5,5), o que favorece o aumento de infecções, corrimentos etc. 

Foi bom saber também que os ‘doutores pesquisadores da área’ estão desenvolvendo estudos até para saber qual a melhor frequência sexual, ou seja, o número de vezes mais indicado para a prática de sexo durante uma semana, que pode nos deixar mais ou menos imunes aos ‘negativos’ microorganismos.  Bem curioso, não? 

Do bate-papo, tiramos algumas dicas bem bacanas que podem contribuir para sua saúde. Vamos lá: 

- os sabonetes líquidos hipoalergênicos e próprios para as regiões íntimas são os mais indicados. Prefira os sem fragrâncias ou com aromas mais suaves, que reduzem a chance de ocorrência de alergias de qualquer tipo; 

- com pH ácido (entre 4,2-5,6) e que produzam pouca espuma; 

- como no Brasil nosso clima é quente, lave a região íntima de 1 a 3 vezes por dia. Caso isso não seja possível, leve um pacote de lenços umedecidos (também formulados para a higiene dessas partes baixas) na bolsa; 

- após o banho, seque a ‘vulva’ (parte externa da vagina) e os pequenos e os grandes lábios muito bem com uma toalha macia;  

- capriche na depilação (uma vez que o excesso de pelos pode contribuir para o acúmulo de resíduos e impurezas), porém, com menos frequência e sem exageros. É fundamental hidratar a pele após a depilação, com soro fisiológico, chá de camomila ou água boricada nas primeiras 24 horas; 

- na hora que estiver passando o hidratante pelo corpo, lembre de hidratar as regiões íntimas com hidratantes não oleosos. Dê preferência aos produtos hipoalergênicos; 

- absorventes externos com película plástica tendem a abafar a região e não deixam a pele respirar, o que contribui para a proliferação de bactérias. Prefira os absorventes com aquela manta furadinha de papel transparente em baixo, troque o absorvente de quatro em quatro horas, procure lavar a região mais vezes ao dia ou limpá-la com lenços umedecidos e não abuse do uso prolongado de absorventes internos;  

- na hora de dormir, use roupas largas e confortáveis para aumentar a ventilação na região genital; 

- logo após a academia ou a prática de qualquer atividade física, é recomendado fazer a higiene íntima para evitar que o excesso de suor irrite a pele; 

* E o mais importante: o algodão ainda é o tecido mais recomendado pelos médicos para compor o forrinho das calcinhas, porém, como ele retém mais sabão na hora da lavagem, vale a pena dar mais atenção ao enxague dessas peças na hora de lavar a roupa. A microfibra foi apontada como uma boa alternativa também, principalmente por reter menos resíduo de sabão. Nossa dica: opte pelo sabão de coco na hora de lavar as roupas íntimas, ele causa menos alergias, além de preservar a estrutura dos tecidos. 

Veja abaixo o folheto que será distribuído nos consultórios pelos ginecologistas e os palestrantes tirando algumas das dúvidas das jornalistas na coletiva de imprensa: