Chá de Lingerie
Vestido de noiva x lingerie: escolha certo para não comprometer a produção final
Que atire a primeira pedra a noiva que nunca se questionou sobre qual o vestido ideal para o grande dia. Quando chega a hora de escolhê-lo, inúmeras dúvidas vêm à cabeça: o que devo levar em consideração? Meu estilo? O horário e o local do casamento? Como faço para valorizar meus pontos fortes e disfarçar os fracos? Como conciliar tantos fatores em uma peça que será o centro das atenções na hora da minha entrada?
Realmente, as perguntas e a insegurança tomam conta da gente – e é bom que isso aconteça, assim, tomamos a decisão com mais segurança e avaliando tudo o que essa escolha tão importante requer. Mas um assunto que tem tudo a ver com isso, muitas vezes, não recebe toda a atenção que merece. E sabe o que é? A lingerie, as peças que você deve – ou não – usar sob o seu vestido de noiva, para que o resultado final não fique comprometido.
Para tirar as suas dúvidas nesse quesito e, até mesmo, fazer você pensar no que nem imaginava, entrevistamos uma expert em casamento e, especialmente, em vestidos de noiva: Élide Helzel, consultora da Nova Noiva, empresa consagrada de vestidos de noiva. Veja o que ela diz sobre a lingerie do grande dia!
Clube da Calcinha: Qual é, na sua opinião, a lingerie básica para a noiva usar sob o vestido de noiva?
Élide Helzel: Nossas noivas, aqui na Nova Noiva, não precisam se preocupar com sutiã, pois nossos vestidos têm uma estrutura que dispensa o uso dele. Mesmo a calcinha pode ser substituída por meia-calça com reforço, como se fosse um short. As calcinhas, quando usadas, não devem ter costuras. Se preferirem, as noivas podem usar uma calcinha especial que vai até debaixo do busto, muito anatômica e cujo tecido é de maior compressão. Muito diferente, no entanto, das cintas de antigamente. Meias especiais que dão um “up” no bumbum são interessantes também para quem quer acentuá-lo. Em resumo: tudo vai depender principalmente do modelo do vestido e do que cada noiva quer esconder ou evidenciar. O mais importante é que se leve a lingerie nas provas, para se ter uma noção do conjunto.
Clube: A noiva pode colocar uma lingerie rendada?
Élide: Pode, desde que nem o relevo nem o desenho dela transpareça.
Clube: Noivas tamanho GG ou que estão acima do peso podem (ou devem) investir em bodies, modeladores ou outras peças similares? Em caso afirmativo, que cuidados devem tomar para que a peça não marque o vestido?
Élide: Podem e devem. Vale à pena até comprar mais de um modelo e levá-los nas prova do vestido pra ver qual fica melhor.
Clube: Noivas com pouco busto podem investir em um sutiã push-up e com bolha, para valorizar mais o seio e o decote?
Élide: Não há necessidade. A Nova Noiva já dá esses “truques”.
Clube: Geralmente, vestidos de noiva, quando são bem estruturados, não requerem sutiã, não é? Essa regra vale, inclusive, para os modelos tomara-que-caia? Mas como saber se o vestido é ou não bem estruturado?
Élide: Já nas provas a cliente terá noção do resultado final.
Clube: No caso dos vestidos estilo sereia, bem justos ao corpo, qual lingerie usar? Ou não se deve usar calcinha nem sutiã?
Élide: Nos modelos sereia, vale eliminar o uso da calcinha, preferindo meia-calça de cós alto ou calcinha sem costura.
Clube: É possível ter bastante busto e usar um vestido decotado? Se a resposta for afirmativa, que artifícios a noiva pode usar para que os próprios seios fiquem modelados e firmes?
Élide: As noivas de busto grande ficam bem com decote “V”, que dá uma boa sustentação. Tomara-que-caia vai bem também, se a noiva não tiver gordurinhas na junção braços-tórax. Evita-se decote canoa ou cava americana, que evidenciam mais o volume.
Clube: A tradição americana, que diz que uma noiva tem de usar, no dia do casamento, “something old, something new, something borrowed and something blue” (algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul), tem sido empregada no Brasil com frequência? Assim como nos Estados Unidos, uma das opções é por uma cinta-liga azul?
Élide: Não é um ritual que esteja sendo muito usado entre nós. Mas é simpático. E, é isso mesmo, quando elas seguem essa tradição, usam mesmo cinta-liga azul.
Clube: Outro “ritual” comum por lá é o noivo tirar a cinta-liga da noiva com a boca, durante a festa, e jogar para os amigos solteiros (seria a versão masculina do momento em que a noiva joga o buquê). Isso também tem acontecido por aqui? O que você acha disso?
Élide: Sei dessa tradição americana, mas não me parece que esteja sendo muito difundida por aqui. Sinceramente, não acho de bom gosto.Não valoriza em nada a mulher, muito pelo contrário. Pior que ela, só o corte da gravata.
Clube: A moda, cada vez mais, abre espaço para as lingeries aparecerem na produção. Corpetes atuam como blusas sob terninhos ou, à noite, acompanham bem calças, saias… Os vestidos de noiva também têm recebido influência das lingeries? Podemos dizer que as transparências de alguns modelos são um reflexo dessa interferência?
Élide: Realmente, transparências são muito bem-vindas na moda-noiva atualmente, mas não percebo que deixem entrever a lingerie. A única interferência vestido-lingerie que percebo é o uso de corselets como parte do modelo dos vestidos.
Macarons: para inovar na sua comemoração
Eles são, no mínimo, originais. Ajudam a decorar eventos, dão sabor a jantares especiais, atuam como presentes em datas comemorativas e, demasiadamente, são utilizados pelas mulheres como lembrancinha de casamento ou maternidade. Sim, os macarons vieram da Itália, fizeram fama na França e, cada vez mais, ganham espaço no Brasil. E não é para menos.
Por meio de mãos habilidosas como as da chef patissiere Bel Gordo, adquirem uma infinidade de cores e formatos que combinam com qualquer lugar e situação, sem, obviamente, deixar o paladar de lado. São 15 sabores, um melhor do que outro, daqueles de pedir bis. “Meus macarons são macios e puxa-puxa, com recheio cremoso e caprichado. Todos são feitos com chocolate 100% belga e farinha de amêndoa 100%”, ressalta.
Formada pela renomada Le Cordon Bleu e proprietária da Bel Macarons, a chef conta aqui, no Clube, um pouquinho da sua história com os macarons e explica porque eles têm conquistado, cada vez mais, noivas, mamães, mulheres ávidas por novidades…
Onde aprendeu a receita dos macarons? Quando fez o primeiro?
Aprendi na Le Cordon Bleu de Paris, onde fiz o primeiro, e, depois, trabalhei com o Pierre Herme, que é considerado um dos melhores chefs da patisserie do mundo, fazendo os macarons dele.
E quando decidiu viver da elaboração e comercialização deles? O que a impulsionou?
Fazia algumas encomendas quando voltei a São Paulo e abri o serviço de buffet Cozinha da Chef Bel Gordo. Mas deixei o buffet um pouco de lado e resolvi me especializar somente nos macarons. O que me impulsionou foi a minha paixão por eles e o mercado promissor.
Em que cores, tamanhos e formatos você faz?
São quatro tamanhos: mini, P, M e G. Eles podem ser feitos em qualquer cor e podem ter o formato de coração, flor…
Da receita que aprendeu, em que conseguiu inovar?
Nos sabores dos recheios, nos formatos diferentes, nas embalagens de presentes.
Quem são seus principais clientes?
Noivas, empresas e donas de casa que dão jantares.
As noivas geralmente costumam comprá-los para dar de lembrancinha de casamento, para ajudar a decorar a mesa da festa ou por outro motivo?�
São três motivos: para servir junto ao café, na mesa junto aos doces ou entregues como lembrança no lugar do bem-casado. Muitas também dão de presente para os padrinhos e madrinhas.
No caso das lembrancinhas, que quantidade você indica que as noivas comprem?
Depende. Se houver alguém no final da festa entregando as lembrancinhas, pode ser até um por pessoa. Se não houver, eu aconselho três por pessoa.
E as mamães, no caso das lembranças de maternidade?
Se for na caixinha, um por pessoa. Se for avulso, para dispor em uma travessa ou bowl, dois por pessoa.
Você entrega em todo o País? Qual o prazo mínimo para encomenda?�
Entrego. Eles vão por transporte aéreo. O prazo mínimo são de dois a três dias úteis para pedidos menores. Se forem pedidos grandes, o quanto antes melhor. No caso de caixinhas para serem dadas de lembrança, no mínimo, um mês de antecedência. O tempo de transporte depende da distância, do estado onde vive a cliente.
Spicy Wedding Day reúne produtos e facilidades para quem está prestes a subir ao altar
Passava das oito da noite quando embicamos o carro no estacionamento. Na hora, ficamos em dúvida se todos aqueles carros estavam ali em função do mesmo evento que iríamos participar. Era muita gente para o que, a nosso ver, seria uma pequena reunião de fornecedores de serviços para casamento. Logo, um manobrista veio nos atender, e bastou cruzarmos a porta para notar que toda a ideia que tínhamos a respeito desse tipo de evento era errada. A 13ª (isso mesmo, 13ª) edição do Spicy Wedding Day estava “bombando”. Havia muita gente perambulando e conferindo as novidades e tendências exibidas na unidade da Spicy (conceituada loja de presentes), que fica na Gabriel Monteiro da Silva, em São Paulo, na última quinta-feira, dia 11 de março.
19 empresas parceiras – “e de primeira” – apresentavam produtos, serviços e sorteavam prêmios para os noivos que ficavam de olhos bem abertos para conferir cada detalhe. Logo na entrada, um carrinho de picolés italianos distribuía sorvetes para todos (imagina o seu casamento com um desses? Nós amamos!). Depois, doces, bebidas, lembrancinhas, álbuns de fotos, aperitivos convidavam a todos para parar, apreciar e conversar sobre o que era exposto. É como disse Jacqueline Dallal Mikahil, diretora da Be Happy, agência de viagens especializada em lua-de-mel que participa do evento há 10 edições: “É uma oportunidade única de ter contato com um cliente em potencial e poder apresentar a ele, de maneira muito próxima e exclusiva, o seu serviço”.
Segundo a coordenadora de relacionamentos da Spicy, Ângela Teixeira, o evento só tem crescido desde a primeira vez em que foi realizado. Na primeira edição, o Spicy Wedding Day recebeu a visita de seis casais. Atualmente, esse número pula para 40. “Para a noiva, é uma forma de ver as coisas para o casamento de maneira relaxada. Em uma ‘tacada’ só, ela já vê e resolve vários detalhes”, declara.
E as dicas e serviços não se restringem ao “pré-casamento”. Na metade do evento, o chef da Spicy, Zé Maria, sempre ensina a fazer um prato diferente. Dessa vez, a receita era de um arroz marroquino delicioso, que qualquer reles mortal consegue fazer rapidamente. Afinal, cá entre nós, quem é que tem tempo para preparar maravilhas na cozinha? As noivas, que carecem de minutos para organizar o casamento, não têm. Depois do casamento, com os afazeres profissionais unidos aos domésticos, terão menos ainda. É por isso que um evento como este, que mostra entender as necessidades femininas e fornece facilidades, só pode crescer e surpreender. Nós recomendamos!
Programe-se para os próximos!
| 14º SWD -29 de abril |
| 15º SWD – 10 de junho |
| 16º SWD – 22 de julho |
Lista de chá-de-lingerie pela Internet. É tuuuudo!
Antes, para montar uma lista de chá-de-lingerie, toda noiva precisava se dirigir a uma loja especializada e escolher as peças que queria ganhar. Depois, tinha que preparar um convitinho ou até mandar fazer, para entregar pessoalmente às convidadas, com o endereço da loja onde elas deveriam comprar o presente e a indicação do local do evento. Agora, graças à santíssima trindade da web, não é necessário tanto trabalho. Ufa! Afinal, quem tem tempo disponível?
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O Clube da Calcinha (www.lojaclubedacalcinha.com.br) acaba de lançar um serviço inédito: lista de chá-de-lingerie virtual. Dá uma olhada nas vantagens e facilidades e veja como vale à pena:
- você faz o próprio cadastro em qualquer horário e lugar, basta ter acesso à internet;
- você escolhe, também pela Internet, as peças que deseja ganhar de suas convidadas, indicando o tamanho e a cor (ou seja, ninguém erra no presente!)
- como a lista é virtual, você pode incluir e excluir itens quantas vezes quiser;
- o sistema permite que você envie, gratuitamente, o convite para as convidadas por e-mail, com todos os dados necessários (referentes à lista e à festinha). Mas, se preferir, também pode adquirir os convites impressos, à venda na loja;
- se você quer convidar alguém que não mora na sua cidade, não tem problema. Pessoas de qualquer lugar do Brasil – e do exterior – têm acesso à lista, já que é virtual…
- outra facilidade são as lembrancinhas. Há modelos lindos, que você escolhe, adquire e recebe em casa, para distribuir para as convidadas no dia do evento;
- você acompanha, a todo momento, o que já foi ou não adquirido, mas não descobre quem comprou. Afinal, uma das brincadeiras de qualquer tipo de “chá” é descobrir quem está presenteando. Por isso, os produtos são entregues no endereço que cada convidada escolher e elas levam os pacotinhos ocultos no grande dia.
- E o grand finale: após a realização do evento, você ganha, do Clube da Calcinha, 10% do valor total gasto por suas amigas, mais o frete, para adquirir o que quiser da loja.
Amamos! E já indicamos para todas as nossas amigas que vão se casar!
Sabe, estamos até pensando em organizar um para a gente, quando fizermos aniversário. Assim, reunimos as amigas e renovamos o nosso enxoval…
Chá-de-lingerie: para as noivas que têm a casa montada – ou não
Cada vez mais, as mulheres têm optado por organizar um chá-de-lingerie, além do tradicional chá-de-cozinha, ou, então, apenas ele. E dá para entender o porquê.
Se a noiva fizer os dois, ganha itens úteis para a casa e essenciais para si mesma (qual é a mulher que não precisa de calcinhas e sutiãs novos quando casa, sejam eles para o dia-a-dia ou para as noites mais calientes?). Nós temos várias amigas que optaram pelo chazinho especial – e amaram!!! A maioria afirmou que, além de economizar muito, já que não precisou comprar nenhum desses itens, conseguiu agradar diferentes perfis de convidadas. Para o chá-de-cozinha, elas convidaram as tias, avós, enfim, parentes. Para o chá-de-lingerie, chamaram as amigas, primas, irmãs, colegas do trabalho… Deu supercerto!
Já as noivas que promovem apenas o chá-de-lingerie, geralmente, o fazem para inovar ou, então, porque já têm a casa montada (moravam sozinhas, já moravam com o noivo…). Há, ainda, o caso das mulheres que vão morar no exterior e não têm como carregar os utensílios domésticos. Mas calcinhas e sutiãs, sim… Aliás, esses itens nunca são demais! A gente A-DO-RA – e os nossos parceiros, também.
E, para animar esse tipo de festinha, não faltam opções de entretenimento: as brincadeiras das próprias amigas, a contratação de serviços especializados (Gogoboys, consultoras de sexo, instrutoras de pompoarismo ou de pole dance – isso mesmo, da dancinha no poste etc.). É pra tirar qualquer uma do sofá!!!
Crendices de casamento: “Old, new, borrowed and blue”
Principalmente quando estamos em vias de subir ao altar, nos apegamos a um monte de superstições, rezas, crendices das nossas mães, avós… E, convenhamos, o que há de problema nisso? Se bem não faz, mal é que não vai fazer. Por isso, é melhor nos cercarmos de todos os lados… rsrs
Existe um ditado em inglês que é bem conhecido pelo mundo afora e seguido por muitas noivas. Nós mesmas conhecemos algumas brasileiras que decidiram seguir o que ele diz: uma noiva tem de usar, no dia do casamento, “something old, something new, something borrowed and something blue” (algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul).
Para facilitar, vale à pena investir em uma peça com essas características, como a que nos arrumaram uma vez: era uma cinta-liga azul da avó (velha, emprestada e azul). A noiva precisou, apenas, comprar uma calcinha nova…
No grande dia, nada pode estar marcando… Nada pode tirar o foco de você
Os vestidos de noiva, atualmente, são confeccionados de maneira a tornar desnecessário o uso de sutiã. Mesmo as mulheres que têm bastante busto não precisam se preocupar. Os bojos, posicionados corretamente no modelo durante as inúmeras provas, ajudam a sustentar os seios e a deixar o caimento do vestido perfeito. Isso vale também para os modelos tomara-que-caia. Não há com o que se preocupar, de verdade. Nós mesmas somos prova de que os bojos funcionam…
O que não dá para substituir, porém, é a calcinha. Há quem use apenas meia-calça, mas isso, na nossa opinião, é uma furada. Afinal, você corre o risco de ficar com o elástico da peça marcando no vestido, na região da cintura – o que abalaria toda a produção. É melhor usar meia 7/8, com toda certeza, ou meia nenhuma (no caso de você investir em sandálias).
Não há nada demais em usar calcinha. Pelo contrário. Mas a escolha da peça certa para você deve seguir algumas recomendações:
* pode parecer óbvio, mas não custa avisar: evite tons escuros, afinal, 99% dos vestidos de noiva são brancos ou off-white;
* invista numa calcinha branca, nuage (o novo tom que desaparece sob o branco) ou chocolate, assim como num modelo que não marque. Porém, frente aos narizes torcidos dos noivos para os tons de pele, opte pelos outros dois. Para não restar dúvidas, use a peça (ou uma igual) no dia de uma das provas do vestido e veja se ela está aparecendo ou marcando. Nenhuma das duas coisas deve acontecer;
* em relação a não marcar, cuidado também com as peças em renda. Como o tecido dos vestidos, geralmente, é fino e delicado, acaba denunciando facilmente uma lingerie com mais detalhes;
*nada de investir em um modelo sexy, pequenininho e incômodo. O maridão não verá o que você está vestindo, a não ser que mostre. E, até a noite de núpcias, você já terá tido a chance de trocá-la…
* não abra mão de um modelo confortável, afinal, você será o centro das atenções durante várias horas – e nada pode te incomodar;
* opte por uma lingerie da marca que você mais gosta e costuma usar. Assim, você se sente “em casa” durante todo o evento;
* reserve, pelo menos, duas calcinhas iguais para levar ao local onde fará o dia da noiva (e de onde partirá para o seu casamento). No caso de acontecer alguma coisa com uma das peças, você terá outra. Melhor prevenir…
















