Arquivos mensais: setembro 2011

Palestras sensuais entram na lista das noivas

Independentemente da nomenclatura, – chá de lingerie, chá de cozinha, chá bar, despedida de solteira ou open house, – o mais importante é reunir as amigas e organizar uma reunião repleta de ‘boas’ surpresas.

No ápice do encontro, quando a noiva já recepcionou suas convidadas e os burburinhos tomaram conta do espaço, uma ‘convidada especial’ entra no recinto e surpreende a todas com uma palestra muito elucidativa. Striptease, massagem sensual e outras técnicas de sedução estão entre os assuntos mais pedidos.

Embora a tradição peça que o comando da festa fique por conta de uma madrinha ou uma irmã, por exemplo, neste tipo de evento é comum a noiva contratar o serviço. “O foco não é apenas reunir as amigas para abrir presentes ou falar sobre o casamento. A ideia é apimentar o encontro, garantindo muita descontração e proporcionando um clima agradável, sem intimidar”, esclarece a palestrante do Clube da Calcinha, Flávia Flohr.  

Dicas do Clube da Calcinha:

Quantas pessoas convidar?
Trinta mulheres é um número excelente para que a festa não perca o caráter intimista.

Onde fazer?
Prefira um ambiente mais familiar. No salão de festas do prédio, no apartamento ou na casa da noiva ou de uma amiga. As boutiques de lingerie também costumam ter salas exclusivas para esse tipo de evento. Motéis e lugares abertos como bares e restaurantes podem inibir as convidadas.

Qual a melhor data?
Marque a festa com trinta dias de antecedência para você ter tempo de avisar todas as convidadas e providenciar tudo. O melhor dia? Um mês ou quinze dias antes do casamento. Horário: sábado ou domingo à tarde, ainda são as melhores pedidas!

O que devo servir?
Tem que ser algo fácil e descomplicado. Sanduíches embalados individualmente, canapés variados e frutas secas são opções práticas e bem leves. Capriche no bolo e na mesa de doces, que podem ganhar formatos inusitados de lingerie (biscoitos, chocolates, cupcakes etc). Brigadeiros etílicos não podem faltar! Para beber: que tal caipirinhas de frutas? Deixe as garrafas de bebida-base (saquê ou vodca) em um lindo balde de gelo e as frutinhas cortadinhas em potes decorativos. 

É correto fazer uma lista de presentes?
Vale lembrar que a convidada, provavelmente, vai comprar o presente de casamento, portanto, caso faça uma lista de utensílios, acessórios de bar ou lingerie, seja coerente na escolha. O motivo do encontro é ‘celebrar’ a amizade!

Como deve ser a decoração?
Não economize em criatividade! Nada como uma boa visita à Rua 25 de Março ou ao bairro do Pari, em São Paulo, para encontrar excelentes opções de penduricalhos e enfeitinhos inusitados. Flores dão um upgrade instantâneo da decoração. Capriche!

Serviço:
Palestras sensuais do Clube da Calcinha com Flávia Flohr
atendimento@clubedacalcinha.com.br
Tel. (11) 5068-0099 ou (11) 9602-0697

Dá para conciliar maternidade com trabalho?

Seu bebê nasceu, e você e ele viveram um período de grande envolvimento, mas a licença-maternidade acabou. É preciso retornar ao trabalho? Como conciliar o papel de mãe e o de profissional?

A psicóloga Cynthia Boscovich, que desenvolve um trabalho com grávidas, mães e bebês, esclarece que essa tarefa nada tem de simples para muitas mães, pois nem sempre estão preparadas para o retorno ao trabalho: “Vejo muitas delas em situação de angústia e conflito interno muito grande, porque de um lado se encontra a carreira profissional e tudo o que a mulher conquistou até aquele momento, sem contar a questão financeira, pois hoje muitas são até arrimo de família. De outro, encontra-se a maternidade e tudo o que ela representa, incluindo os cuidados com o bebê, que ainda necessita muito da mãe, além do prazer que ela sente quando está com ele”.

E acrescenta: “As mulheres de hoje somam muitas funções e se exigem dar conta de todas elas. Por isso vemos muitas mães com culpa ou em dívidas com suas tarefas. Às vezes sentem que não fazem tudo como gostariam de fazer, e isso pode ser também uma das causas da depressão, principalmente se já estiverem sobrecarregadas”.

Algumas preferem parar de trabalhar por algum tempo. No entanto, ressalta a psicóloga, é preciso ter cuidado nesse momento: “As mães precisam saber que se optarem por parar de trabalhar a fim de se dedicarem aos cuidados com os filhos, a escolha deve ser dela e para ela em primeiro lugar. Esperar que o marido ou os filhos reconheçam esse esforço, mesmo no futuro, pode ser a causa de grandes frustrações. O que os filhos esperam é encontrar mães felizes e realizadas – e isso deverá ser levado em conta se fizerem a escolha de deixar de trabalhar ou retornar ao trabalho.”

A psicóloga aponta ainda que as mães devem, desde a gestação, pelo menos planejar o que esperam fazer com o bebê quando retornarem ao trabalho. Contudo, nem sempre os planos condizem com a realidade, pois pode ser que o bebê demande mais cuidados do que ela esperava ou tenha dificuldades em aceitar novos alimentos, ou problemas com a pessoa que se encarregaria de cuidar dele, e assim por diante.

Outro ponto importante, caso a mãe opte por retornar ao trabalho, é onde deixá-lo ou com quem deixá-lo.

Cynthia nos diz que o bebê necessita de rotina e previsibilidade no dia a dia. Isso quer dizer que um dia deve ser igual ao outro para que ele saiba o que esperar, pois isso lhe dá segurança, elemento muito importante também para sua saúde psíquica. Por esse motivo, quem deve prestar os cuidados ao bebê deve ser sempre a mesma pessoa. “E se não puder ser a mãe, que seja alguém que ao menos tenha consciência da importância desse fator”, complementa ela.

Escolher deixar o bebê em casa ou mandá-lo para o berçário ou a creche, é sempre motivo de dúvidas para as mães. “O problema dos berçários é que nem sempre quem cuida da criança é a mesma pessoa, ponto que considero desfavorável para o desenvolvimento emocional do bebê. Além disso, há a possibilidade de contágio de algumas doenças pelo contato com outras crianças, pois o sistema imunológico dele ainda não se desenvolveu por completo. Esses ambientes necessitam ser muito arejados e, de preferência, com poucas crianças – e nem sempre isso é possível. Mas essa pode ser uma ótima opção para as mães que não se sentem seguras em deixar os filhos com babás ou não têm uma pessoa de confiança para tomar conta deles. Não se trata de uma escolha fácil.”

Cynthia salienta que buscar orientação nesses momentos ou até participar de grupos de discussão sobre o assunto pode ajudar bastante. “Nem sempre o que as mães esperam para os filhos acontece na realidade. Nesse sentido, o que elas precisam é estar seguras e amparadas em suas escolhas. Preparar o ambiente é fundamental para isso. Entretanto, entrar em contato com as próprias questões, medos e angústias que fazem parte desse momento de escolha e separação do bebê, pode contribuir muito para a segurança e equilíbrio emocional das mães, dos bebês e da família também.

Quem foi que disse que mulher pode se dar ao luxo de ser o sexo frágil?

Fonte: Cynthia Boscovich – Psicóloga
www.cuidadomaterno.com.br

Vampiros entre nós

Criado pela HBO, True Blood, que já está na quarta temporada, é um seriado no qual os vampiros deixam de ser monstros lendários para se tornarem cidadãos comuns. Graças à  invenção japonesa, um sangue sintético, eles conseguem conviver com humanos numa boa, sem devorá-los. 

Sookie, – vivida pela poderosa ex-X-Men de dentinhos separados, Anna Paquin, -  tem poderes especiais de fada, entre os quais o de ouvir os pensamentos das pessoas. Sem correr riscos, ela se envolve com dois charmosos vampiros Bill Compton e Eric, defendendo-os contra bruxas e lobisomens. Realmente, vampiros são personagens de ficção. Porém, para o universalismo, corrente de pensamento baseada em várias religiões e filosofias, o universo é totalmente energético, o que facilita a nossa convivência com “vampiros” de energia.

Como somos desprovidos dos poderes da protagonista da série, vale a pena conhecer mais sobre o assunto e aprender como se defender desses sugadores invisíveis. A dica desse mês é o livro “Vampirismo, o assédio invisível”, da especialista em fotografia Kirlian, Maria Aparecida Caboclo, publicado pela Editora Petit. Confira a entrevista exclusiva:

No mundo contemporâneo, têm-se a sensação de que além de tudo acontecer de forma muito rápida – o que vale também para a intensidade das nossas relações, a proximidade com as outras pessoas tem um limite para evitar frustrações. Isso já não é uma autodefesa no combate ao vampirismo?
As relações humanas são muito complexas. “Amigos são amigos até o momento em que deixam de ser”. Como vivemos  em um “emaranhado energético” onde interesses, ciúmes, inveja e outros sentimentos de baixa vibração nos acometem o tempo todo, precisamos estar sempre em alerta! Graças a Deus que, em contrapartida, temos o amor, o respeito ao próximo e as amizades sinceras, que nos auxiliam a combater os malefícios, enfraquecendo-os com positividade.

Todo mundo convive de uma certa forma com algum ‘ladrãozinho de alma’? Como atraímos esse tipo de gente?
Algumas pessoas possuem uma certa atração por “vampiros de energias” e se encontram sempre em desarmonia. Outras, podem até sofrer um ataque mas, através do equilíbrio, de bons pensamentos, mudanças de comportamento e técnicas de harmonização, conseguem expelir tais vibrações. Os “ladrõezinhos de energias” estão sempre em alerta, na espreita. A qualquer enfraquecimento de alguém, que envolva perda de energia, ele estará sempre apto a atacar, “saciando sua sede”. Infelizmente, ninguém está a salvo dos vampiros. Surgem abruptamente em nossas vidas, podendo virá-las de cabeca para baixo. Ou então, atacam de mansinho, destruindo bem devagar suas “presas”.

Quais os tipos de vampiros descritos no livro?
Cito alguns tipos mais comuns de vampiros:   O “anônimo”, o “sugador mimado”, o “crítico”, o “fofoqueiro”, o “invejoso”, o “chantagista emocional”, o “preguiçoso” e o “líder”. Dentro dessas categorias, conhecemos  os mais comuns: nossos vampiros do dia a dia. Mas, existem também os específicos, que surgem para destruir totalmente uma pessoa. Eles são camuflados. Suas vítimas, normalmente, não percebem de imediato um ataque, até sentirem um enfraquecimento na energia, sem saber ao certo a causa. Depois, aparecem as consequências emocionais e físicas. Para decífra-los precisamos de muita cautela.

Qual a melhor forma de se proteger?
Por essa razão, não podemos revelar nossos ideais aleatoriamente para determinadas pessoas ou contar segredos. É importante ouvir a nossa voz interior e a nossa intuição. Ela sempre nos dá dicas importantes. Fornece uma espécie de sexto sentido em relação ao atacante. Quando sentir mal subito, arrepio, dor abdominal, tontura ou dor de cabeça instantânea, fique em alerta! Pode ser um ataque psíquico. Encoste em uma parede, faça um “fio terra”, descarregando as energias que não são suas. Se realmente for um ataque, tudo volta ao normal em instantes.�
No livro, cito muitos exemplos de perdas de energias e ensino como combater cada uma. Realmente declaro guerra aos vampiros de energias, deixando-os desmascarados perante suas vítimas.  O importante é distribuírmos e recebermos apenas boas vibrações para conseguirmos viver em um mundo com mais amor, compreensão e amizade, fechando literalmente as portas para pessoas perniciosas como os “vampiros de energias”.
Foto Kirlian:
Nos meados de 1929, criou-se uma polêmica, gerando dúvidas sobre a existência de uma emanação fluidica circundando os seres vivos. Em 1939, Semion Kirlian, mecânico eletricista russo, após ter observado um lampejo de luz em um instrumento de eletroterapia aplicado em um paciente, arquitetou um plano de acionar uma máquina fotográfica no escuro, sobre um eletrodo de metal. Conseguiu assim, sua primeira foto. Após revelada, notou uma estranha luz no contorno do dedo. A partir de então, ele e sua esposa Valentine iniciaram uma série de experiêcias fotográficas em seres vivos, comprovando a energia sutil ao redor de cada pessoa. As autoridades científicas soviéticas passaram a se interessar pela descoberta, mas, apenas nos meados de 1960, a ciência oficial decidiu amparar os Kirlians passando o estudo para laboratórios e universidades de toda a Rússia.

Maria Aparecida Caboclo analisa a energia de seus pacientes por meio da fotografia Kirlian, identificando sinais de energia roubados.

Não basta ser azul…

A dica NYC Nails vai para quem se deixou conquistar pelas tendências de esmaltes azuis.

Para meninas e mulheres que tenham o espírito”fashionista”e gostam de seguir tendências, vai uma dica inspirada em Christian Louboutin:

Passe uma camada do Missão Azul, da Colorama, na unha (parte superior – externa) e na parte inferior interna , ou seja, quase dentro, na ponta da unha,  uma fina camada  de esmalte vermelho. Nossa sugestão é o Fire da Chanel (que fica imperceptível).
Mas é preciso ter unhas compridas e uma manicure expert!