Arquivos mensais: junho 2011

Inglesinha: a francesinha da vez!

Os esmaltes clarinhos com as pontinhas branquinhas, a típica francesinha, cedem a vez para uma nova tendência. A bola da vez é a inglesinha! Pontinhas coloridas dão vida e glamour às cores escuras e ousadas.

A reinvenção das francesinhas começou no ano passado, quando a renomadíssima marca Yves Saint-Laurent lançou a coleção de esmaltes duo. Um pouco tímidas, as brasileiras estão apostando em esmaltes com acabamentos similares, como os brilhantes, por exemplo e looks com vermelhos e pinks. Para quem quer ousar ainda mais, vale a combinação de foscos e brilhantes. Aproveite os lançamentos de inverno e criatividade em ação nos contrastes…

Como está seu estado de espírito hoje? Se a resposta for ousado, a indicação é o Dragon, da Chanel. Um vermelho intenso e cheio de atitude!  

Mais informações e para fazer a sua ‘inglesinha’, nossa dica é o NYC NAILS, em Moema. Tel. 11 5051-4191
www.nycnails.com.br

Queda de cabelo: conheça as principais causas

A queixa de queda de cabelo é muito  frequente tanto em homens como em mulheres.

Sabe-se que oscilações do hormônio feminino e fatores como estresse, seborréia, dietas desequilibradas, cistos de ovário, menopausa, transtornos endócrinos, período pós-parto, pós-cirurgias, anorexia nervosa, uso de implantes hormonais e anabolizantes podem causar enfraquecimento dos fios e franca diminuição do volume de cabelos.  Além disso, temos as causas traumáticas químicas e físicas, como alisamentos, reflexos, descolorações, permanentes e até mesmo os rabos de cavalo que tracionam demais o couro cabeludo! 

 Nos homens, a temida calvície (ou Alopecia Androgênica) se inicia a partir da região das “entradas”, avançando progressivamente para trás e para os lados. Está intimamente ligada a fatores hormonais e genéticos, que resulta no afinamento progressivo dos fios, que enfraquecem até desaparecerem.  O hormônio masculino, quando captado em grande quantidade pelos “receptores” (estruturas ávidas por hormônio, presentes no couro cabeludo e herdados geneticamente), vai enfraquecendo progressivamente os fios. A gravidade da calvície dependerá desta carga genética, determinando número maior ou menor de  receptores herdados.

Nas mulheres , mecanismo semelhante ocorre, ainda que em menor expressão, em fases de estresse, ou na presença de distúrbios hormonais, como síndrome de ovários policísticos  ou na menopausa, quando o hormônio feminino cai. Nesta fase, é comum aumentar a captação periférica de hormônio masculino, também produzido pelas mulheres, resultando em perda de volume, afinamento dos fios e rarefação na parte da frente da cabeça, o que leva à situação aflitiva, mesmo para as menos vaidosas!

 Outros fatores como estresse, doenças que afetam o estado geral como câncer, tuberculose, Aids, desnutrição,  podem fazer com que homens e mulheres percam os cabelos, além do envelhecimento natural cronológico.

Mas a causa mais corriqueira da clássica queda de cabelo é mesmo a associação entre a ação hormonal e genética.

 Tratamentos

Os tratamentos visam devolver, ainda que parcialmente, o volume de cabelos perdido e também prevenir futuras quedas…

            O Finasteride oral é um dos mais usados, tanto para os homens como para a as mulheres, onde a hereditariedade e os hormônios estão envolvidos.

Usam-se também cápsulas de aminoácidos, proteínas, vitaminas do complexo B, ácido fólico.

            Loções de uso local, com coquetéis vasodilatadores, anti-hormônios, hormônios femininos como os estrógenos, corticóides de ação antiinflamatória também são muito úteis em devolver certa vitalidade aos cabelos e mesmo recuperar boa parte deles, dependendo do grau de acometimento.

            Shampoos de ação anticaspa e antioleosidade (contendo piroctone olamina, piritionato de zinco, enxofre, sulfacetamida,) contribuem para um bom resultado.

            Injeções de medicamentos diretamente no couro cabeludo também são usadas em casos agudos e resistentes de queda de cabelo, especialmente nas mulheres. 

            Soluções cirúrgicas também são muito procuradas, especialmente por homens com graus significativos de Calvície. os famosos transplantes e cirurgias de rotação de retalhos. 

Medidas gerais que ajudam a poupar os cabelos:

Não fumar, ter alguma atividade física, manter-se dentro do peso razoável, ter verduras, frutas, legumes e proteínas na alimentação, moderar a quantidade de açucares e gorduras, controlar o stress

Cuidados com tratamentos enganosos, caros, sem fundamento científico, procure sempre um dermatologista para orientação… 

Dra. Lígia Kogos é dermatologista

Quer colocar silicone?

Com tantas próteses de mamas diferentes, qual será a mais indicada para o meu corpo?

Talvez esta seja a pergunta mais frequente que recebo, seja em consulta, por amigos ou pelo e-mail do meu site cirurgiaestetica.com.br. Ela vem muitas vezes acompanhada da observação: “Minha amiga colocou ‘X’ ml e ficou ótima, quero igual!”. Mas será que se colocarmos a prótese igual à da amiga ficaremos igual a ela?

Infelizmente não, a Medicina não é tão simples assim. Cada paciente tem diferentes pesos, alturas, biótipos, tipos de mamas, histórico de filhos, histórico de amamentação, expectativas e desejos quanto ao resultado a ser obtido. Sendo assim, uma prótese igual a da sua amiga poderá ficar muito diferente da qual você idealiza, mesmo que o peso e a altura de vocês sejam iguais!

Há também inúmeras variáveis a serem observadas. Existem muitos tipos de próteses diferentes: perfil baixo, perfil moderado, perfil alto, perfil anatômico, prótese lisa, prótese texturizada, prótese de poliuretano. Sobre o material do interior da prótese pode ser de silicone ou salina (soro fisiológico). Não bastasse isso, ainda podemos escolher o plano de colocação abaixo do músculo ou acima do músculo e colocar a cicatriz na axila, na aréola ou abaixo da mama! E tudo isso pode ser associado de maneira independente, podendo ser escolhido um tipo de prótese, um tipo de cicatriz e um local para colocação da prótese que se adapte melhor a cada paciente.

Aquela outra pergunta costumeira: “É verdade que a prótese abaixo do músculo é mais natural?”, nem sempre é verdade. De maneira geral, para as pacientes que têm mamas muito pequenas, praticamente sem glândula, a prótese abaixo do músculo dá um resultado mais natural, visto que o músculo peitoral maior recobre a prótese, disfarçando o contorno desta. Porém, para pacientes que têm um volume razoável de glândula, a prótese acima do músculo pode ficar mais natural, devido à sua maior mobilidade com a mama, o que não costuma ocorrer na prótese abaixo do músculo.

As expectativas das pacientes também são igualmente variáveis. Algumas querem apenas um leve aumento da mama, outras pretendem ficar mais sensuais, há também aquelas que pretendem apenas repor o volume que perderam após a amamentação.

Porém, infelizmente nem todas podem ter um leque tão amplo de escolha. Há também as limitações técnicas, como por exemplo: a cicatriz peri-areolar não pode ser usada em pacientes com aréolas muito pequenas. Outra: a prótese de perfil anatômico não pode ser colocada pela axila etc.

Sendo assim, diante de tantas variáveis e diferenças, o melhor a fazer é procurar um cirurgião plástico  da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com expertise em prótese de mamas e consultar-lhe. Juntos, somando suas expectativas e o conhecimento dele, chegarão a uma escolha mais acertada da melhor prótese para o seu caso!

Por André G. Freitas Colaneri, cirurgião plástico especialista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica