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Escrito por: Maria Cláudia Aravecchia Klein
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Os riscos do bronzeamento artificial e novidades

Os mesmos cuidados devem ser tomados com o bronzeamento artificial. A dermatologista Marcia Machado Grieco, do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, alerta que o bronzeamento artificial com lâmpadas UV é tão prejudicial quanto tomar sol nos horários de pico, podendo causar manchas, rugas e ate o câncer de pele. “O mais adequado para adquirir um tom dourado é usar os autobronzeadores, sem culpa. Eles são feitos a base de Dihidroxiacetona, um tipo de açúcar que ao se combinar com a queratina da pele, produz um bronzeado sem causar qualquer tipo de dano”, recomenda Marcia Machado Grieco.

“As máquinas de bronzeamento atuais, com sua sofisticada tecnologia capaz de oferecer a faixa de ultravioleta mais benéfica e menos prejudicial podem ser muito úteis, já que com poucos minutos de exposição, a pessoa pode adquirir um bronzeado saudável, uniforme e homogêneo. O que não se deve fazer é o exagero, o excesso, pois todo ultravioleta, de qualquer fonte, natural ou artificial, pode causar degeneração da pele, manchas, câncer e envelhecimento, se em doses inadequadamente grandes e descontroladas. O que eu recomendo é o seguinte: as pessoas podem submeter-se ao bronzeamento artificial se desejarem, desde que em clínicas de confiança, com pessoal experiente, em que haja uma avaliação prévia do tipo de pele. O ideal é começar sempre com poucos minutos de exposição se estiver com a pele branca, cerca de 5 a 10 minutos. E depois aumentar o tempo, nunca ultrapassando 20 a 30 minutos. Proteger o rosto com um lenço ou toalha branca, áreas que não podem ser expostas, pois a pele da face é extremamente vulnerável às manchas e envelhecimento e o ideal é que o rosto se bronzeie indiretamente, nunca com exposição direta”, ressalta Ligia Kogos.

De acordo com o médico e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética (Regional São Paulo), Valcinir Bedin, está em fase de testes uma espécie de vacina que vai estimular a produção de melanina para proteger melhor o corpo. “O processo é o seguinte: existe um hormônio chamado de MSH (hormônio estimulante da melanogenese) que estimula a produção de melanina (há dois tipos a eumelanina e a feomelanina). O que se criou, na Austrália foi uma medicação que estimula a produção da eumelanina, isto porque se provou que pessoas que produzem menos de 1% do volume da pele em melanina têm até 7 vezes mais chances de ter câncer de pele do que pessoas que produzem mais de 1% (a produção normal é de 0,5% a 5%).
Esta nova substância que tem ainda um número EP1841 e não um nome, poderá ser aplicada de várias formas, mas a mais provável será numa injeção subcutânea, na parte interna do braço. Seria como um implante que liberaria o estímulo para a produção da melanina”, explica Valcinir Bedin.

Continua:
As madeixas merecem atenção redobrada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


O médico especialista em cabelos, Valcinir Bedin

 

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