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Fátima Moura é Personal Sex Trainer há 13 anos. Considerada pioneira na consultoria de relacionamentos, realiza estudos sobre sensualidade feminina e masculina. Autora dos livros “Sexo para Mulheres Casadas” e “Sexo, Amor e Sedução”, é a primeira a desenvolver um método que auxilia tanto homens quanto mulheres a descobrir a própria sensualidade e a elevar a auto-estima, dedicando-se ao aprimoramento das relações humanas e a melhorar e apimentar os relacionamentos através de cursos como Strip-tease, Massagem Sensual e Conquista e Dança do Colo. Fátima também ministra palestras que abordam o sexo, o amor e a fantasia, além de promover Chás de Lingerie. www.fatimamoura.com.br

 

Reflexão

Colaboradora-amiga: Fátima Moura
Dicas, críticas ou sugestões!

Strip-tease dentro de casa

Muitos países divulgam, atualmente, as aulas de strip-tease para as mulheres como uma grande novidade, mas, no Brasil, há mais de 10 anos, mulheres de todas as idades, classes sociais e profissões, casadas e solteiras, arrasam com seus parceiros depois de aprender as técnicas de tirar e excitar.

Essa arte, denominada “Tira e Excita”, teve início em uma briga pela atenção do público no show business norte-americano, na década de 1920. Os teatros chamados burlescos perdiam terreno para o avanço do cinema como diversão das grandes platéias. A solução foi colocar jovens voluntariosas tirando a roupa ao vivo, fazendo “subir” mais do que os termômetros dos teatros.

Até os dias de hoje, o strip-tease, através do cinema, vêm alimentando o imaginário não só dos homens, mas também das mulheres.

Para uma mulher fazer um strip-tease para seu parceiro, tem de gostar de ser admirada por ele. Se ela não se sente à vontade com isso, precisa se preparar para o seu primeiro strip-tease, na cabeça.

O segredo de uma boa performance não é somente tirar a roupa ao som de uma música, colocando o dedo na boca como sinal de sensualidade. A mulher precisa se gostar e fazer deste momento uma celebração, hipnotizando o parceiro, como olhar durante a dança. Toda mulher é capaz de dançar sensualmente. Ela só precisa colocar este lado para fora, se desvendar.

Para tanto, pode se inspirar nas divas, como a rainha do Burlesco e grande nome do strip-tease em seus primórdios, Rose Louise Hovick (1914 – 1970), mais conhecida como Gipsy Rose Lee. Ela criou a maioria dos trejeitos e gestos dessa arte, como girar e atirar as ligas para a platéia. Naquela época, mais se excitava do que, realmente, tirava-se alguma peça (nunca ficavam sem a parte de baixo da lingerie). E isso pode ser uma arte ainda maior. Um exemplo é o filme “Gilda” (1946, direção de Charles Vidor), em que Rita Hayworth faz um strip-tease de enlouquecer. Ficamos tão hipnotizadas com a cena que, no final, quase nem percebemos que ela retira apenas uma das luvas. Além do colo, não vemos nem as canelas, mas, mesmo assim, a excitação é nota 10.


 


 

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