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Reflexão
Colaboradora-Amiga: Vanessa de Oliveria
convida sua amiga Samantha
Dicas, críticas ou sugestões!
Como superar a dor de uma traição
Na edição passada, Vanessa de Oliveira falou sobre a traição e nos apresentou sua amiga, a também escritora, Samantha Moraes, que conta um pouco de como se recuperou após ter descoberto a traição e depois de ter sido trocada por Bruna Surfistinha:
Para superar uma dor de traição, seja ela num romance, casamento, sociedade ou amizade, é preciso saber que, sem perdão, nada é superado. Perdão é a alma de tudo!
É fácil alguém nos falar isso, difícil é conseguir seguir o conselho quando as lembranças ainda são recentes. Mas acreditem, o tempo cura a dor da traição.
Não estou aqui dizendo que não as pessoas que foram magoadas por uma traição não devam revoltar-se. E que devem acomodar-se e apenas esperar o tempo passar. De maneira alguma quero dizer isso.
Uma pessoa magoada pela traição tem todo o direito de assim ficar, de chorar se tiver vontade e de não aceitar o que aconteceu. Mas nunca deve deixar que isso ultrapasse o limite do sofrimento. Existe sim o momento de tristeza e ele deve ser respeitado, mas não pode se transformar em um “eterno sofrer”.
Existe algo “engraçado” nas traições. O traidor é quem prejudica, mas nada que ele faça pode causar o efeito reverso da traição e a única pessoa responsável pela dose da cura é o próprio ferido. Como ele faz isso?
Chora o que tiver que chorar, seca as lágrimas, avalia o aprendizado tomando-o como experiência de vida, estabelece novos objetivos, sacode a poeira e continua...Pois a “fila anda”.
Não há outro remédio senão se conscientizar de que apesar de todo sofrimento, viver ainda é algo sensacional, fantástico e precioso.
Mesmo nos momentos piores da vida, precisamos ter em mente que todas as situações ruins trazem com esse sofrimento o crescimento. Crescer sempre implica em sofrer. Digam-me, o que é a vida sem experiências?
Nos altos e baixos da vida é quando nos conhecemos melhor, aperfeiçoamos a nossa maneira de ser, testamos nossas capacidades e na medida do possível, passamos adiante o que aprendemos, pensando em suavizar a dor dos que se encontram na mesma situação.
Nada melhor do que um bom papo com pessoas que realmente gostam de nós. A família e os amigos, nessa hora, têm um papel fundamental.
Mas já aviso aos novatos dessa situação e digo pela experiência de já ter passado por isso: “Às vezes quando se perde, SE GANHA!”
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