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| Fátima Moura é Personal Sex Trainer há 13 anos. Considerada pioneira na consultoria de relacionamentos, realiza estudos sobre sensualidade feminina e masculina. Autora dos livros “Sexo para Mulheres Casadas” e “Sexo, Amor e Sedução”, é a primeira a desenvolver um método que auxilia tanto homens quanto mulheres a descobrir a própria sensualidade e a elevar a auto-estima, dedicando-se ao aprimoramento das relações humanas e a melhorar e apimentar os relacionamentos através de cursos como Strip-tease, Massagem Sensual e Conquista e Dança do Colo. Fátima também ministra palestras que abordam o sexo, o amor e a fantasia, além de promover Chás de Lingerie. www.fatimamoura.com.br
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Reflexão Colaboradora-Amiga: Fátima Moura Acessórios eróticos, sim
As mulheres puderam conquistar o mercado de trabalho, planejar melhor a própria vida e viver a sexualidade de forma mais prazerosa e independente. Hoje, elas querem experimentar, são mais exigentes com os relacionamentos e até já estão superando o mito do orgasmo. Antes, ele era visto como algo misterioso. Depois, passou a ser um estigma: a mulher que não tem ou nunca teve um era considerada frígida, menos feminina... Atualmente, o que vale é o prazer da relação como um todo. "O sexo, na verdade, tornou-se um caminho para o autoconhecimento e, neste contexto, relações perigosas e difíceis são evitadas, pois podemos buscar a felicidade em outros relacionamentos." A década de 80 foi decisiva para esta mudança. Afinal, foi quando explodiram na mídia vários modelos de sensualidade, como Madonna e Demi Moore. Naquela época, os chamados sex shops não tinham nada a ver com as charmosas butiques sensuais de hoje. As lojas eram ultra-secretas, de vitrine escura. Ser visto entrando numa delas era sinônimo de ser devasso e indecente. Produto erótico era constantemente confundido com “consolo”. Nos anos 90, a cosmética íntima (óleos para massagem, lubrificantes, géis e cremes) ganhou espaço nas fábricas brasileiras, pois o consumo feminino aumentou muito. E esse foi um momento muito importante na história: os produtos sensuais acabaram aproximando os parceiros, pois sua utilização promoveu uma maior cumplicidade entre o casal. A mulher começou, então, a gostar da idéia de apimentar o relacionamento, passando a renovar seu guarda-roupa íntimo com lingeries mais provocantes e fantasias. Foi também a ocasião da explosão dos cursos de sensualidade, como strip-tease, massagem tailandesa, dança do colo e pompoarismo. Hoje, quem diria, são elas as maiores consumidoras de produtos sensuais. Isso porque as mulheres têm o hábito de mudar a relação constantemente. E essa evolução do mercado também revolucionou os produtos: eles agora são idealizados para o uso a dois. E por que não? Experimente colocar um pouco de pimenta no seu relacionamento também! Comece pelo toque afinado com a cosmética íntima e tente puxar uma conversa com ele sobre o que acha dos produtos. Muita calma na hora de inseri-los na relação. Mude aos poucos a lingerie... Aguarde as próximas colunas!
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Como atrair a pessoa que nos interessa? Como seduzi-la, encantá-la? Algumas dessas questões estão decifradas neste livro da Editora Harbra.
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