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Reflexão Consultora Amiga: Cris Negrão A simples lei de ser feliz
A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre ou sem dor. Queremos, além de saúde, ser macérrimas (pra quem não sabe é o superlativo correto para as muito magras), saradas, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos o suficiente para pagar o aluguel, a comida e o cinema. Queremos um mega piscina, carro importado, home theater e empregados no servindo. Simplesmente nos esquecemos de tentar ser felizes, de uma forma realista. Ter um parceiro constante pode sim ser sinônimo de felicidade. Mas você também pode ser feliz solteiro ou com uns romances ocasionais. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de AMOR-PRÓPRIO. Dinheiro é bom SIM. Quem tem precisa aproveitá-lo, gastá-lo, e não perder tempo juntando e juntando. Junte apenas o suficiente para se sentir seguro, mas nunca aprisionado. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar pelo prazer não pelo o estrelato, amar sem precisar do eterno. Olhe para o relógio: É hora de acordar! É importante pensar em si ao extremo, buscar lá dentro o que te mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a sua meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples. Você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua presença. A felicidade transmite paz e não sentimentos fortes, que inquietam o coração. É com muita alegria e certa timidez que eu me apresento a você, querida leitora. Meu nome é Cris Negrão, sou publicitária e todo mês estarei aqui no Clube da Calcinha escrevendo sobre alguns temas que permeiam as nossas vidas. Escolhi esse texto para começar com o pé direito. Ele trata de muitas coisas que pretendo escrever, mas principalmente para homenagear uma grande amiga (quem fez o texto) e quebrar meu primeiro mito: Mulher não é amiga de mulher? Isso é mito. Mulher é amiga de mulher, chegando a admirar e se orgulhar de ter determinadas amigas ao seu lado. Até o mês que vem. |
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